quarta-feira, 24 de junho de 2009
Parasitas Humanóides...
Um Mundo Estético em uma visão amorfa.
Seres distintos, que deveriam compreender-se...
Aprender... Buscar... Evoluir.
Amar e Transcender.
E o que sobrou???
Migalhas...
Dê-me seu preço!!!
Tudo Compramos e tudo vendemos.
Os loucos já haviam profetizado...
O fim estava próximo;
E assim veio...
De todos os lados.
Em uma harmonia desarmônica...
Golpearam a inocência;
Furtaram das crianças, as esperanças...
E daquele verde, só em lembrança.
Ao fogo, atiraram os sentimentos.
Uma nova era glacial.
Vida e morte caminharam lado a lado...
Caça e caçador.
De tudo se sabia...
Mas nada se fazia;
Apontar e apontado...
A verdade deixou de ser única.
Caos deixou de ser teoria...
Mapearam o destino;
Ofertaram o desentendimento.
E na História, o primeiro planeta ilhado.
Mate sua sede com féu...
Amargurados,tornaram-se os vivos;
Refresquem-se nesta aurora radioativa;
Pois tudo possui o mesmo fim.
E tudo na Terra fez parte de um ciclo...
Exceto por estas criaturas, mais quadradas do universo, os Humanos.
Aqueles que tornaram o ápice da evolução em decadência para o fim.
Parasitas Humanóides.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Foi questão de tempo...
Os interesses movimentaram o Mundo...
O que era Sacro tornou-se Profano;
E todos deixaram de ver, quando o coração deixou de escutar.
Aí, a vida calou-se.
Foi questão de tempo...
A maior das pragas espalhou-se...
A ganância...
E trouxe com ela, a solidão.
Ninguém confiou em mais ninguém.
Pouco tempo...
Ofender ficou mais fácil do que elogiar.
Para que respeito se havia dinheiro???
Deixaram de existir Educadores, e surgiram os Professores.
Quando ensinaram aos Homens criticar.
Os pulsos da moral foram dilacerados...
A ferida permaneceu aberta...
E o Mundo sangrou.
Rios de corrupção e propina.
Pelas ruas exploração e guerra.
Agora a fé apelidada de morfina...
Valores???
Só os das almas vendidas...
E mesmo assim... Singelos.
Oceanos em sangue inocente.
Desaprenderam a sentir...
Em uma corrida desenfreada...
Ocuparam o Globo, dominaram as espécies;
Fauna e Flora, subjugadas e menosprezadas;
E ao Inferno... Deram-lhe o nome de Terra.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Tanto faz e nada se faz...
22/06/2009, 01:00h.
E a vida segue...
Descendo o terreno a sentido do mar...
Não há morros, encostas ou serras...
Nada cala o pranto do Mundo.
E a vida segue...
Os ricos cada vez mais ricos...
Não há cidades, bairros ou estados...
Ninguém cessa a fome do Mundo.
Os sentimentos emudeceram...
E tudo levou preço...
A vida segue...
E a vida corre.
Onde aceitar se tornou inaceitável...
Ouvir?Respeitar? Ceder?
Impossível. Impossível. Impossível.
Onde “nascer” tem o mesmo valor de “morrer”.
Que horas? Até que horas?
Tanto faz e nada se faz...
E o inverno atinge o coração...
E de tudo, restou o silêncio.
As verdades trucidadas...
As mentiras creditadas...
Segurança...
De onde??? De quem???
A evolução, repentinamente parou...
Os sentidos primatas, de oprimir e repreender estão à flor da pele...
Mudaram a gramática...
Mas e daí??? A cada dia, menos comunicação existe.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
De Ponta Cabeça...
As vozes vão ficando baixas...
Longe...
Já não faz sentido...
... adormecer...
11/06/2009, 02:30h.
Eiiii...
Acorde...
A vida passou... e em um piscar... tudo mudou...

Você já não tem 16 anos;
E o mal lá fora, aguarda-lhe...
Dizem isso...
Dizem aquilo...
Mas e daí??? E você???
Ser igual...
E mais um Outono Austral invade minha vida...
E com as folhas... meus Cabelos... meu Destino...
É hora de mudar;
Vital...
Prepare-se...
Lá vem o inverno...
Noites longas... dores eternas...
Das chagas da vida...
Que nos dilacera;
E segue, sem fim, atropelando os encarnados...
Eiiii...
Acorde...
A vida passou...e em um piscar...tudo mudou...
Você já não é o centro;
E o mal lá fora, continua...
Tudo passou...
Tudo mudou...
E você???
Esperou...
Brincou...
Dormiu...
Não deixe Minh'alma desistir...Andarei pelo vale até o fim do fim...
costure-a em mim...
não vou parar...
não quero e nem poderei...
Não existe "ser" que me faça voltar!!!
Já esperei por demais...
Já perdi por demais...
E levo comigo, esta mochila de almas, lembranças e lamentos...
E com meus erros... capotando...
Para sentir o mundo de ponta cabeça;
Mas não pararei...
Nunca!!!
Vivo em Silêncio...
Mas em meu peito explode um coração, em uma melodia de tormentos...
Quero descobrir até onde consegue o inimigo suportar.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Redescobrir...
"Aos que ficam...
Piedade;
Aos que partem...
Liberdade."
E vamos sonhar...
Mais uma geração...
Meninos e meninas...
Futuro??? Incerto!!!
Hora de refletir...
Hora de reagir...
A vida ensina... mas cobra caro.
E nem sempre da tempo, quase nunca.
Até ontem...multidão...
Amanheceu...solidão...
Eis que sigo sozinho.
Pelo mundo a descobrir...
Pelo mundo a ensinar.
Sou mais e posso mais!!!
Somos mais e podemos mais!!!
Eu sou!!!
Eu posso!!!
O mundo não é isso!
A vida não é essa!
E quando a dor vem...
Mergulho de cabeça.
Minh'alma recebe, de braços abertos e tudo faz sentido...
Sou a dor das dores, nada me surpreende.
Vivo intensamente...
Sou parte de tudo...cresço com o mundo... sofro com o mundo...
E nada vai me fazer parar.
O tempo soluça aos prantos.
E a cada soluço um despertar, um descobrir, um redescobrir.
No ontem e no amanhã.
Na criança e no ancião.
Meu caminho trilho eu, mas respeito e aprendo com quem nele encontro.
Quando tudo faz sentido, todos foram embora...
Ou será que nunca existiram???
A cada dor...tormento.
A cada dor...entretenimento.
Silêncio/reflexão.
Tomo caminhos diferentes que convergem ao mesmo lugar.
Não posso parar...
Não posso voltar...
O trem da vida já partiu;
E a cada estação, novas amizades, novas aventuras, novos amores...
O cheiro do mundo o vento soprou...
E o gosto da vida poucos perceberam.
Agora tanto faz dançar com lobos ou com cordeiros.
Equilíbrio e harmonia...
Transcendem o "ser".
A terra chorou...E ninguém ouviu.
E o futuro???
Estará nas mãos de quem chega ou daqueles que aqui estão???
